Esse livro foi uma das minhas surpresas desse ano. Li o primeiro a uns anos atrás (O Sol é para todos), e não sabia que ele tinha uma continuação.
O livro vem contar a história de com a jovem Scout está, após uns anos dos acontecimentos do primeiro livro. Hoje, já é uma jovem mulher, com pensamentos próprios, que enfrenta alguns preconceitos pela forma como pensa e que percebe que algumas coisas na antiga cidade ainda não mudaram.
A história se passa por volta dos anos de 1950, onde os Estados Unidos enfrentavam duras batalhas raciais. Scout, que mora em Nova York e volta a cidade para visitar o velho pai, se choca ao perceber a realidade: que nem todas as pessoas pensam como ela, ou que são o que parecem. E isso faz com que os ideais da pequena Scout comecem a cair um a um.
O livro mexeu muito comigo. Gosto de ler sobre essas questões de amadurecimento, mudanças de pensamento e tudo o mais. Confesso que o capítulo onde Scout descobre um 'certo grupo' que fala coisas que a impressionam da um amargo na boca, porém você continua a ler. Naquele momento, deu vontade de ser uma personagem para poder dizer a ela que ela não estava só, e que tem mais gente que pensa como ela.
Foi uma leitura que fluiu bem, que me edificou e que certamente vou gostar de reler no futuro para saber o que acharei e se minhas idéias ainda baterão com a jovem protagonista.
É um livro para reflexão. Leia o primeiro, se encante com a delicadeza nada delicada da menina, e depois leia esse. A sua cabeça vai entrar em parafusos em alguns momentos.
Algumas frases:
Classificação Literária: 📖📖📖📖








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