sexta-feira, 9 de setembro de 2022

Long live our noble Queen...




Oi, oi gente!!

E desde ontem, não temos outro assunto falado, se não a partida da Rainha Elizabeth II. Uma das que durou mais tempo no reinado. Foram 70 anos, de serviço ao trono. 

Como já revelei algumas vezes eu era muito fã dela, e da Família Real. Mas, isso não quer dizer que eu concorde com tudo o que eles fazem ou fizeram ok?! E de uns tempos para cá, vim me interessando mais em fatos históricos e tudo o mais. 

Fico imaginando como deve ter sido na cabeça dela: uma jovem, recém casada, com um filho pequeno, com a vida toda pela frente, assumir o trono de uma nação. Ela não foi preparada para isso quando criança, ela não esperava que tivesse esse peso com 25 anos de idade. E o pior de tudo: assumir tudo isso ao mesmo tempo que enfrentava o luto pela perda de seu pai, o Rei George VI. 

Ela assumiu, pegou todas as responsabilidades que lhe cabiam e virou a amada, forte e incrível Elizabeth. E a partir do momento que assumiu, ela quis começar a fazer as coisas do jeito dela, e governou da melhor forma como lhe falava ao coração.

Imagino eu que mesmo com todo o glamour, a pompa e tudo o mais, não foi uma jornada fácil. Ver todos os olhares voltados sempre a você, seguir uma infinidade de protocolos, ter que saber até como respirar a cada momento, foi de uma pressão imensa. Mas, ela foi, durante todo esse tempo. 

Viveu e serviu na 2ª Guerra, viu inúmeros Papas, Ministros... teve infinitas bandas tocando para ela, fazendo homenagens, ou citando pequenos fragmentos em seus clássicos. Virou filme, série e documentário. Até onde as mídias falam a verdade? Talvez nunca saibamos. 

Mas hoje, no fundo no fundo eu queria saber como foi a Lilibet, sem ser a Coroa, sem ser a primeira na linha de sucessão. A garota, a mulher... fora dos trajes formais, fora dos discursos e das responsabilidades. O hino dizia: 'Vida longa a nossa bondosa Rainha, Deus salve a Rainha!' E ela teve, uma vida vivida nesses 96 anos, e boa parte dela junto ao seu marido e companheiro fiel. Ela amou, teve filhos, família, netos e bisnetos. Poderia ser só uma avó, mãe... Mas era a Rainha. A Rainha que o mundo todo conheceu! Por muitas décadas. 

Londres é um dos meus lugares sonhos para conhecer. E confesso estar um pouco chateada de não ter ido com ela em vida. Não que eu tivesse chance em vê-la. Mas ficaria mais feliz. Agora, vamos encarar o reinado de Rei Charles. Confesso: não morro nada de amores por ele! Mas, vida longa ao Rei! E aos próximos que virão daqui pra frente!

Vá em paz Betinha, você cumpriu demais seu papel aqui!


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