quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Se a sorte lhe sorriu Porque não sorrir de volta?!



Me questiono, porque mesmo com tanta graça recebida, com tanta coisa boa na vida, tem gente ainda que é tão ingrato, tão infeliz!!

Se você acorda todo dia, agradeça por isso. Se tem um emprego, por mais pior e mais dificil que ele seja, agradeça. 

Você tem pessoas que te amam a sua volta. Você tem uma vida inteira a ser vivida, não importa se tenha 30, 60, 90 anos!!

A sorte sempre estará a seu favor, basta você aceitar e parar de jogar tanto areia em cima da sua própria felicidade. Pare um pouco de reclamar da cidade, do estado, do país quando você mesmo as vezes não faz nada para melhorar.

Busque a sua felicidade. Ela vem de graça, mas você também precisa dar aquele empurãozinho. Chamar no particular e abrir os braços!!

Se a sorte lhe sorriu, porque você não pode sorrir de volta?


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Roteiro Paranaense: Parte 4

Sei que a ultima vez que postei sobre a viagem foi lá em Junho, mas decidi terminar. Parar de deixar coisas pendentes ai. Meta para a vida também porque não?!

5º dia: Apenas estrada.. Foz - Curitiba /PR

Saimos de Foz do Iguaçu com aperto no coração de saudades, pela cidade linda que deixamos para trás. Fiquei chateada pois não tivemos tempo para fazer o Parque das Aves e o museu de cera. Mas quem sabe num futuro próximo eu não volte lá?

Esse dia foi apenas estrada e mais estrada. São praticamente 12 horas de Foz a Curitiba, contando as paradas para lanche e tudo o mais. Então para esses dias que eu sabia que ficaria na estrada optei em usar roupas leves e confortaveis. Acabei indo de legging, a blusinha que já tinha usado no segundo dia e meu velho amigo All Star.




Fizemos uma parada que infelizmente não marquei a cidade e amei o lugar. Era lindinho, aconchegante. O guia disse que uns anos antes existia tipo uma fazendinha, com bichinhos para tirar foto e tal. Mas hoje não tem mais. Mas tinha uns patinhos brincando no lago em volta, uma graça!!

Comi pela primeira vez um Chessecake com calda vermelha. Fazia tempo que queria experimentar. E amei!! Se eu descobrir a cidade eu digo aqui :)

Chegamos em Curitiba e aproveitamos para conhecer o shopping proximo ao Hotel que ficariamos. Shopping Estação. Muito lindo, pena que não fotografei nada lá.

6º dia: Ilha do Mel- Paranaguá /PR.

E o outro lugar que eu queria tanto tanto ir desde que me falaram de lá: Ilha do Mel. Só que pobre que é pobre. Não deu outra: Não teve Sol. Então nem na água entrei.

Confesso que achava que seria uma praia tipo as do Nordeste brasileiro (As que vejo por fotos, já que nunca fui). Com aguas clarinhas e coisa e tal. Mas achei o lugar bem bonito sim. Vale super a visita.





Descemos a serra e chegamos a um Pier, onde já havia um barco nos esperando para fazermos a travessia. Dessa vez, a esperta comprou um chapeu, estilo Panamá (eu acho). Porque não tava afim de ficar ardida e cheia de sarda.

Confesso que dá até um medinho quando a travessia começa. Mas você aguenta de boas. É lindo. Em certas partes o barco balançava bastante, mas a gente se divertia. Lá na ilha existem alguns pontos que você pode conhecer e tal. Decidimos que iriamos até o Farol da ilha, e iriamos pela trilha e voltariamos pela Praia.

Olha! Antes tivessemos ido e voltado pela praia. Essa trilha tinha uns mangues, uns lamaçais que eram horriveis de passar. Pode parecer frescura mas não nasci para isso kkkk Não manjo andar de chinelo sem fazer lameira. Isso rendeu muitas risadas certamente.






Minha tia não aguentou chegar até o farol. Ventava muito e era uma escadaria bem grande e não é muito adaptado a pessoas de idade ou com algum problema, como ela que já operou da coluna. Então ela ficou sentadinha, admirando a vista e eu subi até o fim,

Realmente é só um farol. Achei que daria para entrar e tal mas não. Mas a vista dali de cima é linda!! Mesmo com o tempo fechado. Voltamos pela praia. Caminhando, conversando. Nós já estavamos enturmada com um pessoal e foi bem gostoso.



 (Pessoal que marcaram a nossa viagem, pelo carisma e pelas conversas!!)




Almoçamos na Toca do Abutre. Adorei o lugar, a comida é boa e o preço é justo. Saimos de lá bem servidos. E ai na volta, mais 30 minutos de barco e bora subir a serra.

No caminho paramos na cidade de Paranaguá, que tem toda uma historia do seu porto e tudo o mais. E conhecemos o mercado de lá. Vale a visita também.


 (Daquelas frases de banheiros que fale a pena o click)





Foi um dia bem cansativo mas super gostoso. Então chegamos no hotel, banho e optamos por pedir lanche de um lugar ali perto, mas infelizmente não gostamos tanto assim.

E a viagem já estava acabando e tava já batendo uma saudade!!



terça-feira, 24 de outubro de 2017

Um refugio..



Viajar, sair, passear é delicioso não é? 

Ver pessoas, ver novas culturas, novos costumes. Respirar novos ares, ver novos horizontes.

Mas voltar para casa, para nosso canto, nosso cafofo não tem preço não é?

Eu nunca fiquei muito tempo fora de casa. O máximo foram 12 dias. E confesso: estava doida para voltar para casa.

Sei lá, chega uma hora que bate a vontade de voltar para casa. De ter seu canto de novo. Seu mundo. Teve horas que senti falta do meu chuveiro por incrível que pareça.

Nossa casa pode ser tudo. Pequena, simples, grande, luxuosa. Não importa. Ele é aquele lugar que você se sente bem, se sente você mesmo.

Você pode ficar a vontade sim na casa de amigos e parentes. Mas nada se compara ao estar em casa.

Quantos dias tudo parecia uma confusão para mim e o único lugar em que minha mente estava era na minha casa, com meus pais, meu quarto, meu mundo.

Tenha sua casa como seu refugio. Seja ela alugada, parcelada, quitada. Suas energias, cheiros e histórias. Tenha gosto pela sua casa. Ame o seu refugio!!

(Foto fofa na varanda da Tia - Setembro/2017)

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Seriando-se: Fuller House, 3ª Temporada - PARTE I (Original Netflix)



Ai ai ai, quando chegou o email dessa série na minha caixa de entrada, eu contei os segundos para assistir tudo. Sou apaixonada por essa série, mesmo!

Nessa temporada as coisas já estão mais encaminhadas. DJ está em um relacionamento com Matt, Sthefanie com o irmão de Kimmy, Jimmy, e Kimmy com seu marido Fernando. Juntamente com as crianças Tom e Max, e os adolescentes Ramona e Jackson.

O que me atrai tanto nessa série é como ela pode descrever facilmente a nossa vida, o nosso cotidiano. Situações que todos passamos ou vamos passar. E como lidar com algumas questões um tanto 'saias-justas' que são difícies para todo mundo.

DJ é aquela mulher que é um exemplo para todas: ficou viúva, tem três filhos, uma casa gigante, um namorado e ainda é estilosa e bonita sempre. Tanto que arranca até um elogio do amigo de escola do seu filho.


Falando em filhos.. Cada um deles tem a sua particularidade.Jackson é aquele adolescente fofo quando quer ser, que não tira boas notas na escola, mas que quando se esforça mesmo, move montanhas. Enfrenta o dilema de ter dois irmãos mais novos e naquela fase de: 'aff crianças'. Também mostra quando ele enfim está com seu primeiro amor, Lola, porém também vive sua primeira decepção amorosa.

Max, ahhh esse carinha. Vontade de por dentro de um potinho e levar para casa. Ele tem umas tiradas, uns ensinamentos que você fica assim: OI BRASEL? kkk Ele está amadurecendo e crescendo, um pouco rápido confesso, mas é tão lindo de ver. Ele representa bem o papel de filho do meio, assim com a sua Tia Stéf.

Tom é o bebe da família. Está maior, teve mais participação nessa temporada. Só que claro é compreensível a participação dele pelo fato da pouca idade desse prodígio! Ele lembra muito quando Michele começou a crescer em Full House. Vamos esperar né.

Tivemos a participação do Papai Tenner, e dos tio Joe e Jesse, da Tia Rebecca com a pequena Pamela. O que me irritou um pouco e acho que não casa com a situação são os filhos de Joe. Para mim, sobram na série. Não precisa. Ficou demais. Quem sabe na próxima eu mude a visão né.


Falando em casar: essa primeira parte da temporada é toda voltada ao fato que Steve, o ex namorado da juventude de DJ, se casar. E quem ele contrata para organização? A ESTILO KIMMY. Logo, toda a família Fuller é envolvida nisso, deixando DJ mexida, se realmente tomou ou não a decisão correta.

Foi a primeira vez que essa série será lançada em duas partes. E espero que lancem logo porque quando o nono episodio acabou eu fiquei tipo: Não, não pode não. Cadê? E rumores dizem que isso será só em Dezembro. É aguardar confiantemente não é?

E ai? Mais fãs de Fuller House na área?

domingo, 22 de outubro de 2017

Como restaurar sua fé?

(Embu das Artes - SP - Set/2017)

Estava aqui pensando com meus humildes botões, será que a fé pode ser restaurada, reencontrada?

Aprendi que a fé não se mede, que ela não tem tamanho. Fé é Fé e pronto! Mas e se restaurar? Se regenerar se é que podemos assim dizer.

Por muitas vezes achei que minha fé iria ruir, acabar. Estava passando por fases e complicações tensas na vida, no trabalho. E por muitas vezes quis sim, jogar toda a Fé pro alto e desacreditar em tudo.

Fé não precisa estar ligada com religião. Pelo menos não na minha opinião. Conheço pessoas que tem Fé em Deus, mas não acreditam em santos e santas.

Que acreditam e tem fé que se pensar positivo a vida flui, e que se rezar um terço por dia tudo será bom e lindo. 

Não devemos questionar nunca a fé do próximo. Ninguém vê o intimo dele. Só ele sabe o que se passa ali.

Se a fé pode ser restaurada é uma questão a se pensar. Na minha opinião ela nunca acaba. Ela pode ficar digamos assim: oculta. Porque tenho certeza que no momento em que algo acontecer e você precisar recorrer a algo, a sua fé moverá as montanhas necessárias.

sábado, 21 de outubro de 2017

O dilema do horario de verão...


E faz mais de uma semana que o horário de verão começou. E as piadinhas, ladainhas e lengalengas sempre começam.

Eu particularmente AMO. Mesmo demorando a me acostumar em acordar e ainda estar escuro. Acho que a vida fica tão feliz. Tudo fica mais leve e mais bonito.

Fala sério, tem coisa mais delicia que chegar em casa e ainda ter aquele solzinho bom, fresquinho. Dá até vontade de andar mais devagar na rua e aproveitar.

Só me entristeço em ver como as pessoas reclamam. E reclamam que tá calor demais, que o Brasil, que São Paulo é uma bola de fogo, e mimimimi. 

Mas garanto que quando estão na praia, no clube, no sitio curtindo com a familia, o calor é mero detalhe.

Vamos reclamar menos minha gente. Aproveitar os dias mais longos, as noites mais frescas. Vamos viver melhor. Aproveitar ao máximo cada estação do ano.

Menos mimimi e mais amor no dia a dia. Não é pedir demais é?

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Andei Lendo: Em algum lugar nas enstrelas, Clare Vanderpool



Ai esse livro. É tão bonito por fora como por dentro.

Foi o segundo da DarkSide que li, e não é meu, é do Fê. Peguei emprestado, fazemos isso direto, e tomei todo o cuidado ao ler, porque é tão belo que merece cuidado.

Antes uma sinopse que peguei no Skoob:

'EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker. A Segunda Guerra Mundial estava no fim, mas ele não tinha motivos para comemorar. Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.

Early, um nome que poderia ser traduzido como precoce, é uma descrição muito adequada para um prodígio como ele, que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de sua genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.

Obsessivo, Early Auden tem regras específicas sobre que músicas deve ouvir em cada dia da semana: Louis Armstrong às segundas; Sinatra às quartas; Glenn Miller às sextas; Mozart aos domingos e Billie Holiday sempre que estiver chovendo. Seu comportamento é um dos muitos indícios da síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo que só seria descoberta muito tempo depois da Segunda Guerra, e que inspirou personagens já clássicos como o Sr. Spock (Star Trek), o Dr. House e Sheldon Cooper (The Big Bang Theory).

Quando chegam as festas de fim de ano, a escola fica vazia. Todos os alunos voltam paracasa, para celebrar com suas famílias. Todos, menos Jack e Early. Os dois aproveitam a solidão involuntária e partem em uma jornada ao encontro do lendário Urso Apalache. Nessa grande aventura, vão encontrar piratas, seres fantásticos e até, quem sabe, uma maneira de trazer os mortos de volta ainda que talvez do que Jack mais precise seja aprender a deixá-los em paz.

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é uma daquelas grandes histórias que permanecem com você por muito tempo, perfeita para ler entre amigos ou passar de pai para filho. Tudo que é real pode ser uma grande fantasia ou uma coincidência inevitável. Somos muito mais que um simples desejo do acaso. Nossos caminhos vão se cruzar no primeiro semestre de 2016 nesta obra premiada com o Printz Honow Award em 2016, indicada a outra dezena de prêmios e eleita o livro do ano em dezenas de listas preparadas pelos leitores.'





Jack é um menino muito doce, que levava uma vida comum e normal, até sua mãe falecer. E ele se culpar sempre por isso. O pai de Jack é General, e o mundo enfrenta a Segunda Guerra Mundial, portanto, cuidar do filho talvez seja 'um empecilho' na vida do pai do garoto,

Então, após um tempo da morte de sua mãe, Jack é levado a um colegio interno, próximo ao mar, esse que Jack ainda não conhecia. Lá ele se sente realmente 'um peixinho fora d'agua'. Não é dos mais atleticos e a escola exige muito disso.




Mas a vida mostra a Jack alguém que mudaria muito dele. O curioso garoto Early. Com suas peculiaridades, teorias e conceitos. Jeitos de ouvir músicas e de decifrar os numeros seguintes do misterioro PI (Além dos 3,14).

Early fica em pânico quando um professor propõe que os alunos façam uma visita a uma palestra onde um famoso professor provará que PI é um numero Finito, e não infinito como muitos de nós aprendemos nas escolas.




E isso deixa Jack curioso. Então Early começa a contar a ele o que acontece com os números de Pi, através de uma história. Passa a ser uma historia dentro da historia. Então Jack fica em dúvida, se acredita ou não naquilo que o menino, que sempre escuta Billie Holiday quando chove, diz a ele.

E nas férias de fim de ano, uma grande aventura para os dois começa. Uma aventura real aos olhos de Jack, mas totalmente fantasiosa aos olhos do especial Early. E o desfecho dessa aventura trás aquele final que alivia e da leveza ao coração.



Li esse livro de tanto que o Fê me deixou curiosa sobre ele. E por lidar de forma branda sobre o autismo, pois tenho pessoas na minha familia e na do Fê que são autistas. E quando sei que algo fala sobre alguma coisa que se passa em minha familia parece que se aflora algo em mim que eu preciso ler o quanto antes.

Em algum lugar me deu uma paz grande ao coração. Acho que depois de muitas leituras fantasiosas e as vezes agressivas, me fez bem ler um livro assim. Você se apaixona por Early e por Jack. E sei quando gostei do livro quando quero ter o poder de me transportar para dentro da historia e viver com os personagens.



Leiam, leiam novamente, emprestem, indiquem. Esse livro pode ser a lição de vida, o acalanto, a paz que você vem procurando.

Algumas frases:

'A vida não cabe em uma taça, e nada dura para sempre.' Jackie, Pagina 29

'Não jogue sal na ferida, ou o gosto nunca vai sair da sua boca.' Jackie, Pagina122

'Eu prefiro perder a cabeça de doido, pois dá para ficar lelé e continuar feliz.' Early, P 146

'Encontrar o caminho não significa que você sempre sabe o que está fazendo. Saber encontrar o caminho de volta para casa é que é mais importante.' Johansens, Pagina 238



Classificação Literária da Blogueira:  ♥♥♥♥

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

De qualquer jeito ajudou..

Pode ter me judiado, psicologicamente ou fisicamente.

Pode ter me ajudado, das mil e uma formas possíveis.

Pode ter me derrubado, me deixado no chão, me feito do pior farrapo de pano.

Pode ter me posto num pedestal e me protegido como um prêmio.

Pode ter me difamado, me esculachado, me xingado.

Pode ter me elogiado, me exaltado e me encantado.

Não importa o que ou como. O porque ou quando. Mas fez. E de um jeito ou de outro me ajudou, me elevou, me fez crescer. 

Pois são nas tristezas e nas alegrias, nas vitórias e nas derrotas que a gente aprende. E que a gente cresce!!!

(Peguei numa publicação de uma conhecida. Se for de alguém eu coloco os devidos créditos).

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O que eu espero da CCXP2017?


E vamos falar de coisa boa? Vamos falar de CCXP?! Hahahaha

Na verdade hoje será mais um desabafo do que tá aqui entalado. É que começa a chegar Dezembro e meu coração palpita.

Vi hoje que falta 50 dias para o primeiro dia de CCXP e eu estou numa ansiedade sem limite. Como todo ano eu fico.

Esse ano novamente só irei ao sábado. Quase fui na sexta e quase fui no domingo, mas não deu certo. Vou me programar melhor e quem sabe, se tudo der certo ir em 2018 pelo menos dois dias.

Dessa vez será um pouco diferente, a filha da minha prima irá comigo e com o Fê. Espero que ela goste e que aproveite a primeira CCXP da vida dela. E que tudo de certo na ida e na volta.

Quero muito ver o pessoal do Omelete. Pode parecer bobeira para muitos, mas para mim e sei que para o Fê também ver o pessoal já virou 'de lei'. O carinho que eles tem com todo mundo é incrivel e eu já estou toda sorrisos aqui de pensar.

Gostaria que alguns pontos melhorasse no evento: a revista nas mochilas e afins na entrada, porque não é feito nenhum tipo de vistoria. Penso no seguinte: se demora muito e tal, coloque mais pessoas para esse trabalho e abram a feira um pouco mais cedo, ou pelo menos adiantem essa parte logo na entrada do Expo.

E também a entrega dos livros. Apenas no primeiro ano eu tive certeza que o livro que doei chegou bem cuidado e que realmente olharam que tava pagando meia entrada. Os outros dois anos isso ficou meio zoneado.

Espero ter a mesma consciência monetaria que tive ano passado. Fui com bastante $ mas voltei com a maioria. Gastei só com o que eu realmente queria.

Queria muito que algum artista que eu goste para caramba ou que eu admire muito viesse esse ano, e que seja possivel uma foto ou algo assim. Com a Evangelini Lilly foi super legal e ainda me lembro com muito carinho.

E que essa seja uma CCXP tão ÉPICA quanto as outras 3 foram...

Alguém ai vai? 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

E ainda no clima de aniversário...

Resolvi criar um texto baseados em fatos de acordo com os anos, como se fosse uma linha do tempo:

Tive meningite com 1 aninho, e fiquei internada sozinha. Imagino o desespero de mamis.

Tenho alguns flashs do meu aniversário de 2 anos. Não sei se são pelas fotos que vejo, mas parece que sempre lembro de certos momentos da festa.

Na minha festinha de 3 anos me deram um bexigão de farinha. Se eu chorei? COLOQUEI A BOCA NO MUNDO rs*

Com 4 aninhos, meu irmão me derrubou brincando e abriu um corte enorme na minha cabeça (eu vivia quebrada quando criança).

Entrei para o prezinho com 5 anos. E eu estava mega ansiosa para isso acontecer.

Comecei a nadar com 6 anos. E sinto muita falta, muita mesmo da agua e de como aquilo me faz bem.

Quando tinha 7 anos, sai do pré e fui para a escola do fundamental. Fique assustada no começo com a mudança, mas me adaptei.

Com 8 anos comecei a participar de um grupo de oração com meus pais e meu irmão. Eu fazia de tudo lá, dançava, fazia teatro e cuidava das crianças.
Tinha 9 anos quando comecei a catequese.

(Meu irmão e eu.. 1997 ou 1998 por ai kkk)

No meu aniversário de 10 anos tem uma filmagem 'vergonha alheia'. Melhor deixar pra lá né rs*

Fiz minha primeirão comunhão com 11 anos.

Com 12 anos eu mudei de colégio. Fui para o colégio de ensino médio, o que foi um marco para quando você sai de um escola pequena de ensino fundamental.

No meu aniversário de 13 anos, dias antes, minha mãe sofreu um acidente, que mexeu com toda a familia.

14 anos eu parecia um molequinho. Só roupa larga, camiseta, tênis. E ai de quem mandasse eu por saia.

Meu aniversário de 15 anos foi das Meninas Super Poderosas (isso é história para outro post kkkk)

Comecei a trabalhar com 16 anos.

Com 17 anos comecei a participar de um grupo de dança numa paróquia perto de casa. Sempre que lembro dessa época me bate uma saudade.

Fui para a faculdade com 18 anos.

(Minha turma do 3º ano do colégio - 2008)

Comemorei meu aniversário de 19  anos numa pizzaria. Não sei como mais comi quase 20 pedaços aquele dia.

Quando estava com 20 anos, minhas duas avós faleceram, e isso fez com que eu amadurecesse muito.

Comecei na empresa que estou hoje com 21 anos. E é engraçado pensar em como eu era outra pessoa quando comecei a trabalhar lá.

Comecei a namorar com 22 anos, e mantenho esse namoro até hoje. E espero que por muito anos ainda.

Com quase 23 anos eu sai de São Paulo pela primeira vez. Fui para o Rio de Janeiro, na JMJ de 2013.

Quando estava com 24 anos, fui mudada de função na empresa, e é a mesma que estou hoje, e gosto muito do que eu faço.

Tirei minha CNH com 25 anos, demorei, suei para tirar, mas ela tá ai, lindona!!

Comecei a usar óculos com 26 anos, e realmente eu precisava demais, hoje não fico mais sem eles.

(Fotos do meu aniversário de 2016)


E com 27? Bem, não posso dizer ainda muita coisa porque tem um dia só que estou com essa idade... mas borá lá, que seja mais um ano repleto de bons momentos e principalmente aprendizados!!