sexta-feira, 20 de abril de 2018

Aprendizados dos Ultimos Tempos

Pensando, pensando e pensando.. cheguei a conclusão que aprendi algumas coisas nesses últimos tempo, nesse ultimo mês (que está correndo não), nessa minha vida... E resolvi compartilhar... pois minha mente e meu coração estão transbordando na verdade:

Aprendi que 1 + 1 são uns.. (logo mais resenha para explicar),

Que você não deve ter altas expectativas, pois a queda e a frustração podem ser maiores ainda;

Aprendi que para fazer rocambole de carne moída posso substituir o creme de cebola por chia hidratada (não fiz ainda mas já provei e fica bom),

Que a comida da nossa mãe, ou da nossa casa, é a melhor dos mundos!

Aprendi que sem uma base sólida, você se perde fácil na vida,

(Da série de fotos salvas do celular antigo... +/- Agosto/2016 - Paróquia Santa Cruz, Santo André, SP)

Que a justiça brasileira, é tarda e falha, mas uma hora vai;

Aprendi a usar o aplicativo de figurinhas da Copa (não que seja muito difícil),

Que devo ligar menos para comentários fúteis e que ligar para pessoas vazias não me levará a nada;

Aprendi que antibióticos fortes te deixam fraco, mas que você precisa reencontrar a força de algum jeito,

Que as vezes você tem que abrir mão de algo ou alguém que ama por um bem maior;

Aprendi que tudo bem ficar sem fazer nada, isso faz bem a mente, corpo e alma também,

Que o sistema de saúde público ainda é escasso mas podemos confiar;

Aprendi a agradecer mais a Deus e aos Santos, e a pedir o necessário.

Enfim.. tantas coisas... mas ainda sei que tenho muito a aprender. Lembro que uma vez um conhecido me disse: Todo dia a gente aprende algo novo. E venho levando isso comigo sempre. Sempre que aprendo algo, que vejo algo novo, tenho essa frase em mente..

ESTEJA ABERTO SEMPRE A NOVOS APRENDIZADOS DA VIDA!!

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Andei Lendo: Uma história de Verão, Pam Gonçalves



E colocando em ordem as resenhas literárias... Dia desses resenhei o outro livro da autora Pam Gonçalves aqui. E hoje venho falar sobre o segundo livro dela que eu li, e gostei muito também.

Resenha conforme Skoob:

Analu pra mim é uma das personagens mais fortes que já vi em livros. E talvez mais próxima da nossa realidade digamos assim. Ela meteu as caras, foi fazer a faculdade que queria e não a que os pais queriam, e se mudar de cidade, começar a vida do zero.


Quantos de nós queriamos ter feito isso e não fizemos? 

Analu decide que o ultimo verão será único e bem vivido ao lado de seus amigos Gisele e Yuri de todas as enrascadas possiveis. E que ela não deixará que traumas de um passado amoroso venham atrapalhar. 




Mas tudo muda quando Murilo (o ex) reaparece. Ele nem era um Ex namorado. Pode-se dizer que é um Ex Rolo, Ex Peguete, Ex Crush. Mas mexeu totalmente com o emocional dela e ainda mexe.

O livro trás muitas idas e vindas e você fica torcendo a toda hora para que Analu não faça nenhuma besteira e se dê bem com algum carinha novo que pintou nesse verão. E consegue levar o livro de forma bem leve.





Pam sabe como te prender, e abordar assuntos polêmicos e atuais mas de formas sutis que só agregam a história. É um livro para ler e reler sempre. Pois a história nunca ficará ruim. É um livro que trás empoderamento feminino, situações cotidianas e emoções que todo mundo já passou na vida ou vai passar.

Algumas citações:


'O sarcasmo é a arma que ela tem para disfarçar a insegurança.' Analu, P.9

'Posso não mudar o mundo. Mas o que faço é para compensar o estrago que as pessoas como você vão fazer.' Analu, P.51

'Ter o coração partido uma vez é inevitável, mas deixar que a mesma pessoa entre novamente na sua vida é... falta de amor próprio.' Analu, P.118



Classificação Literária da Blogueira:  ♥♥♥♥


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Sobre a falta.. de senso!

Ando afastada daqui por motivos de saúde (meus e de familiares).

Descobri recentemente que estou com H Pylori, uma bactéria que se aloja no estômago, e causa ânsias, vômitos e azia... Pois bem, fiz endoscopia e tudo o mais, e descobri essa bactéria e desde a semana passada estou fazendo o tratamento.

Não é nada super mirabolante nem nada. Lógico que cortei algumas coisas da minha alimentação (café, gordura, fritura) e agora que consegui passar no médico, ele me indicou o remédio. Um antibiótico fortíssimo (e caro só pra constar).

Tenho uma amiga que é Nutricionista e vem me ajudando muito me dando dica do que comer, beber, o que evitar e tal. E ela me disse que esse remédio é bem forte, então provavelmente eu ficaria com falta de apetite, paladar amargo, fraqueza.. e realmente dá tudo isso.

Algumas pessoas vieram me perguntar o que eu tenho, por conta de eu estar comendo diferente e coisa e tal. Eu expliquei o que era e tal. E algumas pessoas (basicamente 90%) fizeram a mesma observação: Nossa pelo menos com essa bactéria você irá emagrecer. (essa mesma lógica com variações diversas).

E penso eu: sei que não estou no meu melhor físico. Mas tem dias que nem encano com isso nem nada. Mas me pergunto como as pessoas podem ser tão vazias a ponto de querer ficar doente, com uma bactéria, tomando remédios horríveis, apenas para emagrecer, perder uns quilinhos e essas coisas.

Se eu pudesse escolher certamente não estaria passando por isso. Se eu pudesse escolher, teria tomado mais cuidado (ainda) na alimentação. Se eu pudesse escolher, jamais estaria com essa bactéria.

E se for pra emagrecer que seja por estar seguindo uma alimentação saudável, e tudo o mais que já estamos carecas de saber. Não quero ser elogiada por estar emagrecendo porque estou doente. Isso não faz sentido.

Desde então venho pensando, e pedindo que as pessoas tenham mais senso antes de falarem asneiras dessas.

MAIS SENSO, POR FAVOR!


terça-feira, 10 de abril de 2018

Minha Cirurgia - Cirurgia Ortognatica Classe III - PARTE II

Continuando o assunto desse primeiro post AQUI..

Depois do dia em que fui a Dra Lucia, comecei a mexer os pauzinhos para colocar o tão esperado aparelho. A própria doutora me indicou um amigo, o Dr Hamilton, que está cuidando de mim até hoje.

Fui numa consulta com ele, e ele me explicou todo o processo, como seria, o que eu teria que fazer e quanto ficaria. Na época ele me ofereceu um pacote de plano fechado que ficaria um valor X e eu não pagaria mensalidades como todo dentista. Minha tia Irene ajudou muito, me 'deu' o dinheiro como um presente pois sabia o quanto aquilo era importante. E me fez prometer que já que me ajudaria assim eu teria de pagar o convenio certinho para logo operar.

Quem coloca aparelho sabe que antes de mais nada você precisa fazer uma documentação completa, com molde e radiografia. E ai então a primeira surpresa: eu tinha os dentes do siso e um deles iriam 'atrapalhar' essa primeira parte do tratamento.

E lá foi a Carol, pagar uma graninha parceladinha para uma outra dentista da familia, que já me conhece a anos, e sabe que sou manhosa para caramba, para tirar o dentinho. Marquei num sábado e fui, com medo, mas fui.

Fiquei tão de boas, que fui numa festa de casamento no mesmo dia (DOIDA) kkkkk E correu tudo bem, a recuperação e tudo o mais.

Depois disso, começamos. Usei primeiro o expansor de céu da boca. Um aparelho que você ativa em cada dia, dando voltas conforme a orientação do dentista. Lembro-me que nos primeiros dias toda comida enroscava, ficava parada. Mas depois eu acostumei e fui usando. Quando o dentista falava que eu teria que afastar meus dentes da frente me imaginava igual o Bob Esponja... mas foi bem mais de boas que isso.

Usei durante uns 4 meses por ai. E ai depois desse tempo eu já coloquei o fixo. Tudo foi bem devagar. Porque a boca tem que acostumar.

Meus dentes estavam bem tortinhos no começo então algumas manutenções doiam mais, outras menos. Mas tudo suportavel. E fui levando com o aparelho, tomando cuidado, usando passa fio, enxaguante e tudo o mais. Até que a época da cirurgia começou a chegar...

(Fotos tiradas em 2012,2013... Aparece somente o aparelho no cantinho dos dentes e depois o primeiro dia com o fixo)

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Quase Copa?

2018, já foi Carnaval, Páscoa.. e agora o que temos: COPA DO MUNDO!

E em como todo ano de Copa, meses antes começam os reboliços dos álbuns de figurinhas. Uma coisa que existe a anos, e que eu lembro desde criança de ver meu pai, meu irmão e meus primos colecionarem.

Na Copa de 2014 meu pai me deu de presente e falou: Vamos encher juntos? E gostei tanto daquilo que fiquei mega empolgada. Trocava com todo mundo que eu sabia que estava fazendo. E em meses consegui encher o meu e completar bonitinho.

(Quando comprei e coloquei no Instories..)

Nesse ano eu confesso, não estava tão ligada. Muita coisa rolando junto e acabei não percebendo quando o lançamento aconteceu. Até que meu irmão chegou com o dele todo empolgado. Falando que iria fazer e me chamando para fazer um pra mim também.

Confesso que relutei, pensei, repensei. Mas me rendi. Comprei o album e estou colecionando figurinhas. Para muitos é bobagem, dinheiro jogado fora, foto de macho. Porém para muitos é tradição, é alegria a cada pacotinho.

Resolvi fazer sim. É uma coisa que gosto e que peguei gosto. Meu pai me contou dia desses que nas épocas em que ele era moleque os álbuns davam prêmios a cada página preenchida ou a cada figura completada. Bola, Joguinhos, coisas assim. 

É esse sentimento que tenho quando olho meu álbum. Uma coisa de trocar com as pessoas mais próximas e tentar aquela figurinha tão suada. Mandar mensagens para amigos perguntando quais tem repetidas e quais precisam. E esperar ansiosa o dia do pagamento para comprar mais para tentar completar a coleção. 

Como disse para um amigo: antes a gente dependia dos pais liberarem as moedinhas para comprarmos os pacotinhos. Hoje a história mudou.. nós mesmos vamos lá e compramos e sorrimos igual a anos atrás. 

(E quem foi um dos primeiros a sair?)

Quando algo te faz bem, faça! Não pense: ah mas e se, e quanto, e porque e pra que... Faz bem ao seu coração, você se sente feliz.. Vai e vai sem medo!

E ai, alguém por ai fazendo album também?


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Andei lendo: Boa noite, Pam Gonçalves



E tá na hora de colocar em dia aqui no blog os livros lidos nos últimos tempo. Tem alguns que li e ainda não resenhei.

Boa noite, da Pam Gonçalves me surpreendeu. Vim de uma ultima leitura improdutiva. Que me barrou e me fez ficar parada bons meses. Então tinha medo de parar de novo.

Até que, peguei um fim de domingo para ler a historia. No dia seguinte, seria feriado. Teria o dia livre. E foi ai que li o livro todo, de cabo a rabo em basicamente uma segunda feira. Nada me segurava ou tirava minha atenção. Foi um leitura magica, incrível e envolvente. E por ser brasileiro, ganhou mais um cantinho no meu coração literário.




Alina é aquela jovem para Pai e Mãe nenhum botar defeito. Boas notas e bom comportamento. Até que a filhinha querida decide enfim ir para uma Universidade longe de casa, longe do passado certinho. Alina quer tirar esse rótulo de CDF e viver a vida da forma mais diferente do que levou até o momento.

A turma da república que Alina passa a morar é incrivel. Cada morador com seu jeitinho, que completa os dias de Alina de vários jeitos. Então a vida social dela começa a ganhar forma. Rolês, Festinhas e muita azaração. Porém nem tudo são flores.




Os alunos da universidade que Alina estuda criam uma pagina numa rede social que passam a dar nota e colocar 'observações' sobre as garotas de lá, conforme suas experiencias digamos assim. Alina acha que isso é bobagem e que jamais estaria nesse tipo de lista. Até que depois de uma festa, tudo muda de rota, e Alina começa a ponderar se valeu a pena sair do conforto materno e enfrentar o mundo.

Ela acaba descobrindo que nas festas começa a rolar um certo tipo de droga, com o nome Suspiro, que causa efeitos colaterais semelhantes ao Boa Noite Cinderela. 




Alina tem um grupo no seu curso apenas formado por garotas (ela faz Engenharia da Computação, um curso quase 100% masculino, o que faz com que ela e suas amigas passem pelos mais diversos tipos de piadinhas e preconceitos machistas), e esse grupo decide entrar num 'concurso' onde o melhor projeto desenvolvido, que beneficie os alunos, será aprovado e colocado em prática por uma empresa renomada do ramo.

Nossa personagem principal passa por poucas e boas. Se envolve com pessoas erradas, é mal compreendida por quem não esperava e tem que muitas vezes fazer o impossível para ser notada e mostrar aos outros o que está acontecendo.




Você fica sem folego quando lê. Fica agitado. E no final, consegue enfim respirar tranquilo. 

Pam sabe prender o leitor do começo ao fim. Com capítulos que se completam e que se amaram um ao outro, fazendo com que você não desgrude um segundo os olhos do livro.

Foi a minha leitura mais rápida: da vida!!!! E valeu cada pagina. E eu já li o outro da autora, que também é Youtuber e vale a pena demais o acesso ao canal dela. 

Algumas citações:


'Nem sempre o que parece divertido é o mais inteligente!' Miriam, P 176

'Ao contrario do que somos educadas a pensar, as outras mulheres não são nossas inimigas, mas sim, nossas irmãs!' Alina, P. 228

Classificação Literária da Blogueira:  ♥♥♥♥

domingo, 1 de abril de 2018

Porque comemorar o dia da mentira?

Dia desses me peguei pensando: Porque ter um dia para 'comemorar' a mentira? Sei que tem gente que aproveita o dia para fazer uma brincadeira com os amigos, para dar uma trollada em algum parente ou algo assim. 

Mas fica difícil quando a pessoa vai além do dia 01 de Abril e mente o ano todo. Mente para a família, mente para os amigos, mente para si mesma. 

Demonstra ser feliz, descolada, amiga de geral. Quando na verdade sofre por dentro quando está sozinha, não tem conteúdo e tem mais mascaras que um clube de teatro.

Pessoas que te abraçam quando você está perto, mas que na primeira oportunidade te difamam, e fazem sua caveira e sua vida ser um inferno.

Para mim não faz sentido comemorar 1º de Abril. Mentiras não levam a nada, não agregam nada e não te direcionam a lugar nenhum.

Vamos começar esse mês tentando fazer a diferença e ser diferente. De mentirosas e mentirosos o mundo tá é cheio. Não seja mais um!

Bom mês!

segunda-feira, 5 de março de 2018

Minha Cirurgia - Cirurgia Ortognatica Classe III - PARTE I

Oi oi gente!

 Já faz um tempo, acho que desde que comecei o blog que queria vir falar com vocês sobre esse assunto. E aproveitei o inicio do mês para por essa minha vontade em prática.

Desde criança, com meus 7,8 anos; fui informada por um dentista que no futuro teria de operar pois devido a minha genética, meu maxilar não encaixava corretamente com a minha mandíbula. E isso não seria possível de corrigir apenas com o uso de aparelhos odontológicos.

Então cresci com uma certeza: mais dia, menos dia iria passar na faca. Realmente, por fora, era visível. Meu queixo era bem pra frente (como se fosse um queixo de bruxinha), e meus dentes não se encaixavam de jeito nenhum. A parte dos dentes confesso, ficaram tortinhos por conta também de ter chupado chupeta por anos e anos. Mas a parte óssea da coisa, foi do organismo mesmo, e só na sala seria corrigido.

Porém essa cirurgia é extremamente cara. Coisa que é impossível calcular. Então fomos adiando, adiando. Até cheguei a passar em uma dentista conhecida da família, mas essa só fez meu coraçãozinho murchar com o preço que passou para nós.

Em 2008, o dentista que atendia minha tia, só de me ver com ela no carro percebeu o meu caso, e indicou uma colega de trabalho, a Dra Lucia. Marquei uma consulta com ela, com um pé atrás confesso e o coração já um tanto desiludido, pois sabia que o valor daquilo tudo seria alto e não estaria ao meu alcance.

E ela me consultou, olhou bem todos os aspectos externos, o que dava para ver e já dar um diagnostico e confirmou: eu precisaria de uma cirurgia de correção. E a idade em que eu estaria após o tratamento com os aparelhos odontológicos, seria a ideal para realização da mesma. E ela foi a primeira que me deu a luz: pagar um convenio médico, que ao longo dos anos eu adquiriria a carência necessária e poderia fazer a cirurgia sem medo.

Naquele momento meus olhos brilharam. Foram a minha luz no fim do túnel. Ela foi a minha primeira luz. E eu disse que faria. Ela me indicou seu então amigo, Dr Hamilton, que faria toda a parte do aparelho. E ele ficou comigo desde então. E até hoje eu ainda passo com ele.

Nesse dia que fui a doutora Lucia, ela me disse algo que foi um choque de realidade. Ela me disse que eu ficaria ainda mais linda, que tudo daria certo e que eu poderia tirar meu cabelo do rosto, pois se usava ele daquele jeito era porque queria disfarçar de um jeito ou de outro meu queixo. E no fundo ela estava certa! Pois nesse momento não consegui me conter e minhas lagrimas rolaram. 

E foi a partir desse dia, que eu tive a certeza que minha vida iria mudar. Pode parecer bobagem para muitos, mas foi algo que sempre carreguei comigo. E hoje vejo o quanto valeu a pena esperar o momento certos para as coisas se acertarem.

Segue abaixo uma foto minha mais ou menos nessa época, antes do aparelho, de todas as coisas, antes de tudo começar:

(Vou escrever em partes porque é muita coisa para contar. Talvez intercale com minhas resenhas e textos.. E tambem quero pegar minhas fotos antigas para ir mostrando aqui).


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Eu vi: Pantera Negra

E antes que eu venha daqui a um mês falar sobre o filme, vim antes quando meus sentimentos ainda estão em alta quanto a esse filme.

Pantera Negra me ganhou. Como disse a um amigo que me questionou: sai com o coração aquecido da sessão, com uma sensação boa. De ter assistido um filme que me ensinou muita coisa.

Foi um filme alem das Industrias Marvel, além de um filme de super herói. Pelo menos para mim. Foi um filme onde mostra que a família estará com você, nesse mundo ou em outro. Seja nas horas boas ou ruins.

Me mostrou que a honra estará acima de qualquer vinculo de relacionamento, quando ela tiver de falar mais alto. Que se você sabe a qual lugar seu coração pertence, sabe o melhor caminho que ele seguirá.

Percebi que quando você tem algo de você, que por destino deve ser seu, ele será. Não importa quantas lutas você tenha de ter, quantos lagos congelantes você caia, e quantas vezes você tenha que tomar o elixir da 'erva coração', ele será seu.

Fiquei apaixonada pela fotografia do filme. E realmente o por do Sol de Wakanda é um dos mais bonitos que ja vi nas telonas.  O elenco, a trilha sonora e os ensinamentos que o filme trás são de uma qualidade extrema. Começarei a levar meu caderninho de frases no cinema das próximas vezes para anotar as frases incríveis que foram citadas.

Se pudesse veria de novo. Com os olhos ainda mais brilhantes e com um sorriso ainda maior no rosto. Foi bom ter visto apenas um trailer. Fui com o coração aberto, a mente vazia..e sai de lá... Transbordando!

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Deixem as crianças serem... CRIANÇAS!

Pode parecer promissor, algo que: NOSSA VOCÊ FALA ISSO PORQUE NÃO TEM FILHO! E coisa e tal. Mas sinto esse muito forte dentro de mim, e decidi que colocaria para fora o que sinto, aqui nesse canto, onde é meu divã, meu conforto, meu mural de inspirações e meu encontro com pessoas que nem conheço e que considero muito.

Pense rápido: quantas crianças hoje, você conhece que fazem pelo menos 1 ou 2 atividades extras curriculares (no sentido de religião, esporte, ensino...)? Muitas certo?

Hoje sei que a realidade é outra de uns 30 anos atrás. Mães hoje que trabalham o dia todo, ou parte do dia. E não se dedicam inteiramente a ser bela, recatada e do lar. Pais que também (mais do que nunca) estão trabalhando muito, ou tendo mais de um serviço. E isso não está errado. Não mesmo. Somos de uma geração diferente. Que estudou, correu atrás e encontrou um ponto de equilíbrio.

E com essa realidade, escolas de ensino no período integral passaram a ganhar espaço no mercado e na vida da gente. Sendo assim, as crianças passam literalmente mais tempo nas escolas que em casa. Como adultos que passam mais tempo trabalhando do que em casa.

Mas muitas delas, ao chegarem em casa, ou quando chega o esperado e aclamado final de semana, tem mil e um compromissos: inglês, futebol. ballet, catequese, natação, aula de música, espanhol, mandarim e bláblábla. E que horas essas crianças são crianças? Que horas que podem ficar vendo seu desenho animado de manhã ainda vestindo pijama com os dentes sem escovar? Que horas que podem ralar seu joelho depois de cair ao aprender andar de bicicleta e skate? Quando vão poder ver a avó fazer um bolo de cenoura e poder raspar a tigela da massa?

Acho muito bom sim essas escolas que oferecem essa 'opção' aos pais. Mas vejo que alguns pais acham o máximo e o melhor para um filho de 7,8 anos que ele fiquem o final de semana enfiado nos livros, fazendo mil e um trabalhos, seminários e projetos. Porque isso? Para se tornar um adulto frustrado e revoltado no futuro?

Sei que talvez num futuro próximo seja eu a colocar meus herdeiros numa escola o dia inteiro. Caso eu tenha que trabalhar. Mas quero que meus filhos, sobrinhos e filhos de amigos tenham uma infância tão boa quanto a minha foi. De brincar, de ter contato com os amigos (e contato fisico e não um CONTATO no celular), de saber brincar de coisas simples, que não precisem dar uma carga na tomada para funcionar. Crianças que saibam conversar e que não fiquem em um feriado enfiadas dentro de casa, jogando videogame, com um Sol lindo lá fora.

Crianças precisam de vitamina D. Deixem que façam suas artes. Deixem que sejam curiosas. É bom que saibam das tecnologias para ajudar na vida. Mas melhor ainda que conheçam a Vida antes de se renderem a tecnologia e coisa e tal.

Deixem as crianças serem crianças. Deixem que dançem do jeito delas, que cantem desafinado, que troquem o r pelo l as vezes. Eles não precisam ser o número 1 sempre. Aprender a ser o 2,3,15,70 também agregará valor!